Bendito!

15 06 2009

Da poesia vem muita simbologia

Simbologia que faz menção

Ó bexigão vermelho, esse…

Que se mostra a nós como coração

Voa por toda parte, cambaleia, caça e amassa

Caminha e se abre por toda a nação

Mas esse bicho danado apenas para

Quando encontra o rascunho da perfeição

O monstrinho se mostra fervente

Que nem uma panela de pressão

E para já… não se faça uma vertente, caro amigo

Sem antes consultar o  bendito coração!





Voando baixo

18 05 2009

Vôo baixo e penso alto

Vejo em você as palavras da beleza

Aquela que fala em silêncio, que exala pureza

A energia e poder, em si, se torna cada vez mais forte

Me mostra assim, as coisas da vida

Continuo voando… baixo. Pensando alto.

Procurando naquele e naquilo, a satisfação

O querer de um ser. A vida antes de morrer

Vejo em ti, minhas palavras

Meus olhares, minhas esperanças

Imagino logo uma semelhança

Não entendo a diferença no bem-querer

Somos de coração, mente e alma

Por isso, pensamos, simplesmente com calma

Será esse o sentido de toda essa alegria

Ou será apenas o começo de uma nova vida?





A artista do nascimento

10 05 2009

Ser como qualquer outro por fora

Mas que por dentro demonstra beleza, extrema

Sabedoria, conhecimento e amor

E mais do que tudo, instinto.

Sabe-se cuidar. Sabe-se dar carinho

Sabe o que é viver

Sabe o que é saber

O coração não segura, mas sim dispara

Com a luz do sol ou com a noite da lua

E que traz a todos a proteção

De uma carapaça constante

A consciência nos mostra, nos guia

Ela, que nos informa sobre o dia

Que nos conta a vida

E que nos introduz neste vasto mundo

E nos solta para aprendermos, conhecermos

Graças a ela vivo. Graças a você convivo.

Ela é a peça crucial para a maravilha da vida

Ela é a passagem para as flores

Ela é a agente da sutileza, da delicadeza, do amor…

Ela é… mãe.





Beleza – música de Mariana Aydar

9 05 2009

Aqui, eu sei, um brilho me mantém, não pára
Na dor, a cor não falta, não
E não gasta

Calou, me vem, subindo, me mantém acesa
Vazou pra ti,
Se chegou aí, beleza

Aqui, eu sei, um brilho me mantém, não pára
Na dor, a cor não falta, não
E não gasta

Calou, me vem, subindo, me mantém acesa
Vazou pra ti
Se chegou aí, beleza

É nosso Sol, é nosso ardor,
É nosso tanto de calor
Que vem, que vai, inunda o céu de cor

É sensual, fenomenal,
Um ritual de exaltação
Ao Deus que for das práticas do amor

Aqui, eu sei, um brilho me mantém, não pára
Na dor, a cor não falta, não
E não gasta

Calou, me vem, subindo, me mantém acesa
Vazou pra ti
Se chegou aí, beleza

É nosso Sol, é nosso ardor,
É nosso tanto de calor
Que vem, que vai, inunda o céu de cor

É sensual, fenomenal,
Um ritual de exaltação
Ao deus que for das práticas do amor…





A janela, a luz, a faixa

7 05 2009

A luz se depara na janela como uma faixa

Reparo, penso, descanso e descalço levanto

Reparo nas estrelas inexistentes do dia

Me deparo com as pertinentes tarefas, é uma briga

 

Mesmo assim, continuo a caminhar

Desbravar e mostrar para todos

Que não se vive sem alegria

Calço o sapato e corro pela rua

 

Não torço, pois não tenho a quem torcer

Mas sim expresso, pois tenho o que expressar

Entre as palavras e as poesias

Vejo em ti o brilho das energias

 

Em toda história que se preze

Deve-se ter um final, bom ou ruim

Portanto, traçamos o nosso caminho

E nos tornamos assim, felizes

 

A faixa de luz se torna mais branda

Com a chegada do luar

Em meio ao quarto e a janela pouco aberta

Vejo assim, as reais estrelas

 

Descanso, reparo, penso, e descalço me deito

Me torno aquele que sempre quis

Antes de tirar o sono da noite

E assim, clamo para mais um dia no belo amanhã





O vôo de um pássaro

20 04 2009

 

É tão belo quanto uma alma…

Uma alma que sabe sonhar

Que tem desejos, anseios

 

E que quebra barreiras para isso

As barreiras que antes nos assolam

Porém, que o amor de um coração

Ou mesmo de um toque de carinho…

Seja qual forte for a barreira for

Poderá  quebrada.

 

Enquanto vivemos…

Não podemos realmente saber o que é a vida

Ao estarmos condicionados.

 

Nos esquecemos o quão belo

Pode ser uma noite. O quão belo…

Pode ser o sol banhando as árvores

Em um dia de uma tarde de primavera.

 

Nos esquecemos e nos colocamos

Em função das coisas, e não dos seres.

 

Tais seres, que são importantes

Para nossa vida, para o nosso ser.

Aqueles que nos mostram, ou escondem

Caminhos e pedras. Que nos guiam…

Entre passagens e florestas… dentro de nosso julgamento

 

É você com que faz a vida ser vida…

 

Nós… e todos os seres vivos que nos cercam

Aqueles que nos permitem saber

Nos permitem enfim, viver

E assim os permitimos também

Porque assim podemos perceber

Que esses seres querem não mais do que você quer.

 

Seres que anseiam por amor, carinho e ternura.

E que acima de tudo, podemos enfim voar.

Não voar como um pássaro… mas sim, com nossos corações.